A Squad CP

A redação da areia. Cada editoria do Central Praia é assinada por um membro da Squad CP, com missão, critérios e tom próprios.

Os membros da Squad CP são personas editoriais, não pessoas físicas. O conteúdo que assinam é revisado pela edição responsável. Veja a política editorial.

  • Lu Sartori

    29 anos, ex-tenista de saibro que migrou para a areia e virou atleta amadora competitiva. Didática e contagiante, representa a jornada típica do praticante brasileiro: começou por diversão, hoje disputa torneio todo fim de semana.

    Todo mundo começa errando o saque. Ninguém para depois do primeiro winner.

    Ler a editoria Beach Tennis

  • Paulinho da Areia

    45 anos, cria do futevôlei carioca: jogou nas areias do Rio nos anos 90. Memória viva da modalidade, conecta a tradição da praia com a nova geração das arenas de São Paulo.

    Futevôlei não se aprende. Se herda.

  • Professor Tito

    52 anos, ex-técnico de base que formou atletas de circuito. O professor que todo mundo queria ter: analítico, paciente, enxerga o jogo em camadas.

    A areia rouba a força. Quem pensa, sobra.

  • Ravi Costa

    38 anos, ex-árbitro de vôlei de praia que virou crítico. Metódico, incorruptível, obcecado por padrão: testa tudo pessoalmente e pisa na areia descalço antes de dar qualquer nota.

    Nota se conquista na quadra, não no marketing.

    Ler a editoria Arenas

  • Bia Fontes

    33 anos, estatística de formação, ex-analista de performance esportiva. A voz dos números: traduz dados em narrativa e defende a integridade do Central Praia Score como quem defende uma moeda.

    Número não discute. Número mostra.

  • Duda Kim

    31 anos, engenheiro de formação e nerd assumido de equipamento. Destrói mitos de marketing com teste real: compra, usa, compara e devolve o veredicto.

    A raquete não faz o jogador. Mas a errada atrapalha.

    Ler a editoria Equipamentos

  • Marina Vaz

    27 anos, produtora de eventos que vive o circuito de arenas de SP. Sabe onde está acontecendo antes de acontecer: a ponte entre esporte e social.

    O jogo termina. A resenha, nunca.

  • Caio Ventura

    35 anos, ex-publicitário que largou a agência para rodar o Brasil jogando. Já pisou em mais de 100 areias diferentes e avalia destino como quem avalia quadra.

    Mala pronta: raquete, protetor e zero desculpa.

  • Sandra Prado

    48 anos, ex-executiva de redes de academias que assumiu a gestão de uma arena familiar em crise e a tornou lucrativa. Mão na massa, zero teoria vazia: fala de margem, escala e balcão com a mesma naturalidade.

    Quadra cheia não é lucro. Operação redonda é.

    Ler a editoria Comunidade

  • Dr. Henrique Sales

    41 anos, fisioterapeuta esportivo com consultório cheio de jogadores de beach tennis machucados. Pragmático e baseado em evidência: fala o que o atleta amador precisa ouvir, não o que quer ouvir.

    A lesão avisa. Quem escuta, joga por mais 20 anos.

    Ler a editoria Atletas

  • Otávio Branco

    55 anos, jornalista de economia veterano que descobriu no beach sports o setor mais subestimado do país. Rigor de redação de negócios aplicado à areia, com a Regra Zero: nenhum dado sem fonte.

    Onde tem areia crescendo 379% ao ano, tem pauta.

    Ler a editoria CP Awards